Novamente Mozart

Dia 53

A gente ouve falar que Mozart foi gênio, mas só quando conhecemos um pouco da história que a coisa fica óbvia.

O filme Amadeus retrata bem como foi a vida de Mozart. Ele, além de precoce, ainda tinha uma capacidade incrível para compor. Não só na qualidade das músicas que compunha, mas pela maneira como compunha.

Os rascunhos de várias músicas são guardados por motivos históricos. Por isso é possível ver como os atritas de antigamente sofriam para chegar ao resultado final que todos nós conhecemos.

Em geral, rascunhos tem muitos erros e correções. Uma luta que todo compositor, escritor, passa até chegar ao resultado final.

Na era digital, não existe isso mais. Uma vez que as correções deixam o resultado final limpo, como se tivesse sido feito sem erros. Mas na época de Mozart, tudo era feito no papel e pena. Correções era muito comuns (e esperados) em rascunhos.

Mas não era o caso de Mozart. Vários rascunhos de suas músicas mais conhecidas tem uma quantidade mínima de correções e em alguns casos inexiste. É como se ele estivesse escrevendo uma música que já estava pronta na cabeça e não criando algo novo.

Os rascunhos de outro gênio, Beethoven, é cheio de correções. É fácil ver a dificuldade que Beethoven teve ao compor algumas de suas músicas/sinfonias pelo número de correções que seus rascunhos carregam.

Até amanhã.



Written by Eduardo Elias in 100posts on Sunday, 01 de October de 2017 às 20:52. Tags: 100posts,

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